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Mais brinquedos e mais lembranças

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Semana passada eu estava conversando com um primo meu. Ele me perguntou quando eu postaria no blog. Eu disse que breve, que ñ sabia bem o que postar. Perguntei a opinião dele e ele disse que seria interessante falar mais sobre os brinquedos antigos. Coincidentemente, alguns poucos dias depois, uma outra prima minha me enviou um daqueles maravilhosos e aguardados spans (desses com o intuito de arrecadar e-mails de milhares de pessoas para, posteriormente, serem vendidos para fins que eu prefiro nem saber quais são...) com um power point, que era sobre os anos 80.

Eu nem costumo abrir esses spans, mas para esse eu dei uma chance. Pensei que esta coincidência poderia ser algum aviso, uma deixa, um sinal qualquer (kkkkkkk) de que o meu primo estava certo, de que era meu destino escrever mais sobre esse tema. Mas dessa vez vou fazer diferente: vou falar de algumas das coisas que me marcaram sobre esse assunto.


Ta bom. Vou começar!!!!! As meninas lembram da Bem me quer (depois que fui procurar a foto, percebi que há um impasse sobre o nome da boneca. Alguns chamam de bem me quer e outros de quem me quer. Agora estou com confusão mental :p)????? Eu tinha uma! Não sei que fim levou. A minha mãe tinha (e ainda tem) a péssima mania de dar fim nas coisas da forma mais cruel possível, como fez com a minha querida primeira filha, a Joice, que só porque eu tinha mordido tanto o dedão dela que o pobre caiu, a mamãe resolveu dar para uma “criancinha que não tinha muitos brinquedos”, que, diga-se de passagem, era minha prima (não próxima, mas era prima). Fiquei meio deprimida, claro, mas não tinha jeito mesmo...
Mas a parte cruel da coisa toda estava no fato de essa tal prima não ter dado a menor bola para a Joice. Eu via como ela tratava mal e desprezava a minha princesa. Um belo dia, chegando à casa da minha avó, o que vi? A Joice toda riscada, rasgada e mais nem quero pensar o que jogada no lixo, desovada, literalmente, e isso aconteceu em menos de duas semanas! Imagina o que eu senti? Isso me marcou tanto que de vez em quando eu aponto o dedo pra minha mãe acusando-a de ter arrancado de mim um parte muito importante minha...
Sem contar o meu pai que deu o meu urso vermelho riscadinho que apitava e a minha bonequinha de borracha que tinha um pijaminha, gorrinho de dormir (como o do Papai Noel) e a cabeça dura, dura, dura, que dava até pra causar uma lesão séria em alguém que fosse atingido por ela. Eu lembro bem desses dois últimos, acho que faz uns 4 ou 5 anos que eles me deixaram, mas acompanharam minha trajetória desde antes de eu nascer. A joice foi arrancada de mim bem antes, quando eu ainda era criança, talvez eu não tivesse nem 10 anos... Mas enfim, chega de lamentações.


E a lu patinadora, Lu esquiadora e Lu colegial??? Meu sonho era ter uma Lu (é, eu sei, não sou muito original mesmo... nas olimpíadas de Atlanta (1996) eu torci desesperadamente pelo judoca Henrique porque ele era Guimarães... rsrsrs). Lembro que tinha uma vizinha minha que tinha a esquiadora. Ai eu ficava pendurada na janela dela para ver a Lu em ação (credo, a menina nunca me convidou a entrar ou também brincar com ela, então eu nunca toquei em uma Lu seja qual fosse sua atividade).
Lembra aqueles soldadinhos que se arrastavam no chão? Meu primo tinha um!!! Era o máximo!!!!! Ele tinha uma caçamba também, que tinha uma alavanca e dava pra mexer no negocinho do trator (era trator ou caçamba? Não lembro agora...)
Ah, fiquei triste de lembrar da Joice, do urso vermelho riscadinho que apitava e a minha bonequinha de borracha que tinha um pijaminha, gorrinho de dormir (como o do Papai Noel) e a cabeça dura, dura dura, que dava até pra causar uma lesão séria em alguém que fosse atingido por ela. Depois continuo. Prometo que vou tentar fazer o possível para quem sabe, de repente, escrever outro post que seja tão relevante para a evolução espiritual e mental de toda a humanidade quanto foi esse. Mas e dai? Bjo!!!!

Sobre os jogos antigos

quarta-feira, 29 de outubro de 2008



Durante mais uma das minhas pesquisas sem a menor finalidade prática na internet, de repente, bateu uma saudade de brinquedos e jogos que eu já tive contato ou que nunca tive, mas pirava vendo os comerciais de Tv. Entre os vários jogos que encontrei havia alguns que eu nem lembrava, outros que eu realmente não conhecia e outros que me deixaram em êxtase (acho que até mais nesse reencontro do que na época em que eles foram lançados). Encontrei o "60 segundos", que era um jogo em que você precisava encaixar todas as peças em 1 minto, antes que a base “pulasse” e jogasse aos ares as peças encaixadas.Outro que eu acho que ninguém esquece é o cara a cara, onde , com uma dose de dedução e fazendo as perguntas certas, você (e o seu adversário) ia eliminando as “carinhas” erradas até descobrir qual tinha sido a “carinha” certa, sorteada por seu adversário. Era uma coisa meio “Detetive” para os mais “puros” rsrsrs. Do “Pinote” eu confesso que não lembrava, mas dei um sorrisinho de “é mesmo!” quando vi no site. É um burrinho de garimpeiro onde você deveria colocar um vários equipamentos, como pá, balde, corda, coisas do tipo, e com o peso, um mecanismo era acionado e o burrinho dava um pinote e joga tudo para cima (juro que eu lembro até do comercial, era um cenário como velho oeste). Ganhava aquele que conseguir colocar todo o equipamento sem que o burrinho desse o pinote (mesmo os equipamentos tendo o mesmo peso para todos os “brincantes”, acho que o que diferenciava um do outro era a posição em que se colocava os equipamentos, mas isso é só uma suposição!).“Resta um” é um jogo criado na civilização romana (não com esse nome, claro), mas foi marcante pra mim quando a minha prima (Tami -olha a lei do menor esforço!) ganhou um tabuleiro que de um lado era dama e do outro era o resta um, e no meio tinha uma gavetinha que servia pra guardar as peças (genial!!!). Quando agente é criança não precisa de muita coisa pra ser feliz mesmo, né?! Ele tem mais ou menos o mesmo princípio da dama, mas o final era diferente, só poderia restar um ( \o/ ). Não lembro bem de todos os detalhes, é claro que ele é bem mais interessante do que isso que eu falei, mas depois eu procuro isso direito, ou procurem vocês, ora bolas!Tem muuuitos outros que eu adorei rever, mas este post ficaria muito longo se eu os colocasse agora, então, prometo que volto a falar desse assunto de total relevância para as questões do futuro do planeta, e que não pode, de forma alguma, deixar de ser tratado aqui neste blog tão respeitado e de tanta credibilidade para a consciência da pessoa humana. Só queria fechar fazendo uma pergunta: quem é que lembra do “operação maluca” (tenho quase certeza que o nome é esse), onde tinha um paciente cheio de piriri que precisava ser operado de quase todos os órgãos de que se tem conhecimento, e o “médico” tinha que ter total precisão durante a cirurgia, caso contrário, a “pinça” tocaria a parte lateral da “ferida” (onde tinha um ímã) e o nariz do paciente acenderia (mais ou menos o mesmo princípio da “galinha maluca”). NINGUÉM pra quem eu pergunto lembra e eu não encontrei a foto na internet( ela me traiu!), mas ainda vou procurar com mais afinco! Eu lembro que a Sandra tinha gente! Eu lembro! Eu não sou doida!!!! (claro que o Paulo vai dizer que eu sou, e se não disser, é porque eu falei que ele ia dizer. Kkkk)

 
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