Mostrando postagens com marcador Devaneios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devaneios. Mostrar todas as postagens

O que eu faço com isso??

sábado, 13 de junho de 2009

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
O blog!!! Olha que coisa!
De vez em quando eu lembro dele e penso: "Vou escrever..."
Tenho tanta coisa pra escrever, mas me faltam duas coisas IMPORTANTÍSSIMAS: Tempo e pique...
Assunto eu até tenho...

Às vezes eu lembro do blog e penso "Vou é deletar essa merda..."
É um saco ficar escrevendo besteira para que minhas palavras fiquem jogadas ao vento (porque é isso que acontece quando escrevo aqui).

Hoje eu lembrei do blog e pensei: "Vou entrar lá rapidinho, escrever alguma besteira, prometer (pra sabe-se lá quem) que vou voltar pra escrever mais um pouco depois...
As férias estão chegando (férias entre aspas, já que eu não às terei em julho, mas a carga de trabalho vai diminuir muito) e eu terei mais tempo de escrever sobre as inúuuuuuuuuuumeras coisas que eu vejo e penso. Tem tanta coisa... Eu sei que mesmo quando as pessoas perguntam se eu tenho alguma novidade eu digo que não, mas é que, como vocês sabem, as coisas que eu penso e vejo não são assim essas coisas que as pessoas ficam empoladas de ouvir, né?! Mas aqui eu posso contar, já que só quem deve ler isso aqui é o pessoal da minha família, e família que sofre unida, permanesse unida...

Depois eu volto (se a desculpa e tempo, acho que teri tempo mês que vem...mas se for outra coisa, talvez demore mais algum tempo para que eu descubra o que é...).

Parece eu, mas não sou

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Eu ia escrever sobre mais alguma besteira, como de costume, mas li um diálogo que achei tão legal, que não me contive e pedi permissão à autora, Valéria, para publica-lo aqui. Poderia simplesmente adicionar um link para o texto original, mas o blog é restrito apenas a pessoas especialmente selecionadas, inteligentes e com bastante conteúdo como é o meu caso (prova disso é a relevância de meus posts aqui neste belo blog ¬¬). Visto esta restrição, quem quisesse ler teria que pedir permissão à Valéria que, por sua vez, negaria... e blá blá blá.
Eu gostei bastante, especialmente da parte do diálogo porque me vi ali. A Valéria disse que eu tinha sido a primeira mulher que tinha gostado. Então, quando estiver lendo, pense que poderia ser perfeitamente eu. Rsrsrs. Então vamos lá...


- Acorda!
- Ahn...
- Olha o que eu fiz!
- O quê?
- Olha a merda que eu fiz no cabelo.

Ele costuma acordar e dormir com facilidade, por isso não se aborrece quando é sacudido no meio do nada, por uma mulher urgente, desesperada para dizer alguma coisa ou alguma coisa desesperada.

- Meu deus, por que você fez isso?
- Não me assusta.
- Mas meu amor...
- Ficou horrivel não foi?
- Está... Estranho... O que foi que aconteceu?
- Aconteceu que eu fiz isso comigo... Achei que ia ficar bom...

Começa a chorar. As lágrimas são mais tristes por estar nua.

- Deixa eu ver... É...
- E agora? O que é que eu faço?
- Não está tão mal...

Que homem bom

- Como não?! Está terrível!
- Está meio punk
- Eu vou raspar a cabeça. Cadê o seu barbeador elétrico?
- Não! Fica calma. Amanhã vai ficar melhor.
- Você acha?
- É.
- Como?
- Cremes.
- Você acha?
- Claro.
- Ai... eu acho que...
Ri e começa a chorar.

- ... que você vai me deixar...
- Por quê? Que tolice. Vem cá.
- Eu ando tão nervosa. Você precisa de uma mulher calma.
- Você é calma. Você anda estressada, é isso.
- Eu sou má. Não te mereço.
- Merece sim.
- Não mereço. Eu corto o cabelo errado e sou mimada.
- Não é não. Você é linda. Deita aqui, meu amor.
- Jura que você acha a solução?
- Juro. Vem.
- Ai... Estou um monstro... Uma labareda!
- Vem deitar, minha punk labareda.




Continua, mas com essa parte eu não me identifiquei mais. rsrsrsrsrs

Como havia prometido

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008


No quarto, Marta está cabisbaixa, sentada no chão com o antebraço e as mãos abraçando a cabeça. Pedro está sentado na cama, também cabisbaixo e com os dedos entrelaçados e as mãos entre os joelhos.
Marta levanta a cabeça, respira fundo e abre a bolsa, tirando uma arma. Pedro se assusta levantando da cama, Marta também se levanta, aponta a arma para Pedro e, tremendo muito, atira. Mesmo a falta de precisão não foi capaz de desviar o curso da bala. O sangue de Pedro suja o sapato de Marta.
Uma semana antes, o casal sobe as escadas e entra no mesmo quarto. Marta tira a bolsa e põe na beira da cama, ao mesmo tempo em que também senta na beira. Pedro tira a carteira do bolso, a coloca sobre a TV e deita na cama olhando para Marta. Depois de estar acomodado pergunta:
- O que foi?
- Nada.
- Vem cá (fazendo um gesto com a mão).
Marta levanta da beira da cama e senta próximo a cabeça de Pedro, que pergunta:
- Ficou chateada?
- Um pouco. Impressionada, talvez.
- Porra, nada a ver o Ricardo fazer isso com a Cris. Fazer isso com a menina por causa de uma piranha...
- Ninguém esperava isso dele (Pedro balança a cabeça concordando com Marta). Ele parecia tão apaixonado, tão fiel.
- Acho que ele não gostava dela.
- Será?
- Se ele gostasse, não faria isso.
- Acho que não é bem assim. De repente ele foi fraco...
- Não, isso não existe!...
Depois de alguns segundos de silêncio, Marta pergunta:
- Tu me ama?
- Claro que eu amo!!!
- Tu nunca me traiu? Pode falar...
- Claro que não!!! (Pedro levanta com o dedo indicador o rosto de Marta, que olhava para o chão) Por quê? Tu não confia em mim?
- Confio, mas...Sei lá, eu tenho medo...eu acho que...sei lá...
- Não pensa besteira
- Não é besteira. Eu sei que isso pode acontecer...com todo mundo...principalmente depois disso tudo do Ricardo e da Cris...
-Tu já me traiu?
Marta sorri ternamente e nega com a cabeça
- Nunca.
- Nunca nem pensou em me trair?
- Eu não teria por que te trair. O nosso namoro ta perfeito!
- É. Eu to completamente satisfeito. Tu me faz muito feliz, me entende como ninguém, ri das minhas piadas sem graça - os dois riem. Eu te amo muito e também não teria por que te trair. Eu NUNCA vou te trair, ta bom?
- Se um dia agente tiver que ficar com outras pessoas, vamos terminar primeiro.
Os dois dão um sorriso de satisfação e concordam com a cabeça. Marta brinca:
- Se um dia tu me trair, eu te mato, ta bom?!
- Ta bom. Se eu fizer isso pode me matar.
Pedro ri, puxa Marta pelo braço e os dois se abraçam deitados na cama.
Pedro lembra que no dia seguinte será aniversário de um amigo do casal.
- E ai? Tu quer ir domingo pra casa do Sérgio?
- Vamos, não deve aparecer nada melhor pra fazer mesmo.
Os dois riem.
- Pê, eu não to me sentindo muito bem. Não queria demorar muito, tá?!
- Tá. Eu vou te lavar pra casa. Te amo muito, viu?!
Dia seguinte, um domingo de junho. Pedro chega e encontra dois amigos, sentados perto da piscina da casa de Sérgio. Cumprimenta os dois. Um dos amigos sente a falta de Marta.
- A Marta não vem?
- Não. Ela ta meio gripada.
- O Celo vem pra cá também...
- Cara, tem um tempão que eu não vejo esse doido.
Cerca de meia hora depois Celo chega com duas amigas.
- E ai, pessoal!!!!!
- Olha! Não é que ele veio mesmo! Diz Pedro, cumprimentando o amigo.
- Olha, essa aqui é a Sil e essa é a paulinha.
- Oi.
- Oi.
- Prazer.
Pedro e Sil sorriem um para o outro. Sil senta-se ao lado de Pedro, que tenta ser “receptivo”.
- E ai? Tudo bem?!
Sil sorri. Pedro retribui o sorriso.

Lu é como cu: não tem acento. E outras curiosidades...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Em mais um daqueles dias em que eu tenho várias coisas pra fazer mas não consigo fazer o que preciso enquanto não aquieto alguma inquietação minha, lembrei de quantos substantivos coletivos nós aprendemos no ensino básico e depois nosso repertório se resume ao básico do básico (não vou entrar aqui no mérito da discussão dos motivos deste fato. Vou deixar isso para quando o Fernando criar o blog dele... rsrs).
Minha inquietação era: de quais coletivos eu ainda lembro? Fui procurar um livrão desses que os vendedores conseguem convencer nossos pais de comprar com a promessa de que nós, pequenos ignorantes, poderemos ficar mais inteligentes se tivermos um (só para esclarecer, este livro de que falo é desses de capa dura, que tem vários assuntos de várias disciplinas como história, português, etc).
Primeiro desafio: lembrar que antes de “coletivo” há a palavra “substantivo”, mas isso foi fácil, não demorei quase nada, foi quase instantâneo (não estou tão mal assim...rsrsrs). Abri na página certa e encontrei uma lista de coletivos, mas só vou citar os mais...vamos ver:
- Armento: de gado grande (cavalos, búfalos – eu já montei búfalo! \o/ Mas isto é uma outra história – elefantes –mas também pode ser manada... vai entender...)
- Atilho: de espigas de milho.
- Boana: de peixes miúdos.
- Claques: de pessoas pagas para aplaudir ou apupar um espetáculo.
- Falange: de soldados, anjos (qual é a relação? E falanginha e falangeta são coletivos de que? rsrs).
Encontrei também algumas coisas tão óbvias para as pessoas normais, mas pra mim foram descobertas tão maravilhosas! Como madeixa, que é coletivo de cabelo mesmo!!! Não é só um outro nome que as revistas de beleza usam para cabelo! Incrível! E resma, que é coletivo de 500 folhas de papel, nem mais nem menos! Resma é coletivo, gente! Não é só outro nome que as papelarias usam! E sabe qual é o coletivo de gente??? É mó! Isso mesmo: “mó”! Não é legal?!
Tem muito mais coisas muito mais legais do que estas! Como acentuação gráfica, por exemplo. Se nós soubermos abordar a coisa de maneira menos enfadonha, certamente erros como me chamar de “Lú” , e não de Lu, como é o certo, não aconteceriam, pois TODOS saberiam que “Lu” é uma oxítona terminada em “u”, portanto, está na mesma situação de “cu”: não recebe o acento agudo (nem qualquer outro).
Sabe que, por um tempo, de tanto ser chamada (graficamente) de Lú fiquei até com uma pequena ameaça de crise existencial. Será que o que eu aprendi estava errado? Porque tão pouca gente escreve “Lu”, que, se bobear, está errado mesmo. Quem sabe o certo não é “Lú”??? Mas, como boa ariana que sou, me recusava a me render. Até que procurei e achei! Portanto: se você que estiver lendo insistir em me chamar de “Lú”, saiba que o português é uma idioma tão bonito quando falado (e grafado) corretamente (CHIQUINHA, 1985. Grifo nosso).
Depois eu volto pra falar sobre os masculinos e femininos. É meio confuso às vezes, mas é bem legal! Por enquanto, a única certeza que tenho é de que eu não sou mais inteligente do que um aluno da 5ª série... não sou mesmo!

Sobre a Lei de Murphy

sábado, 1 de novembro de 2008

Eu já falei da lei do menor esforço. Aquela que todos procuram seguir com afinco e SEMPRE a perseguem. Agora vou falar sobre outra lei, mas esta SEMPRE nos persegue com o maior afinco, mesmo que tentemos fugir. É a Lei de Murphy. Na verdade não é A lei de Murphy, são AS leis de Murphy.
A grande definição que resume todas as leis (se eu não me engano são mais de 30) é: Se alguma coisa tem a mínima possibilidade (mesmo que remotíssima) de dar errado, pode ter certeza de que vai dar, e da pior maneira possível.
Pessimismo? Talvez, mas quem nunca disse ou pensou nas frases “Tudo dá errado pra mim” ou “tinha que ser comigo” e outras similares pelo menos uma vez na vida? E eu posso até desconfiar de que não foi só uma vez não... A menos que você seja uma pessoa evoluída espiritualmente, de bem com a vida, esclarecida, e/ ou segue os Yoga Sutras. Mas em se tratando de alguém que está lendo isso, imagino que não seja. Estou certa?
Voltando. Segundo uma das fontes mais confiáveis da internet (wikipédia), “Edward A. Murphy foi um dos engenheiros que trabalhavam nos experimentos de foguetes que seriam realizados pela Força Aérea Americana (USAF) em 1949, através do projeto MX981, para testar a tolerância humana à aceleração” . Ou seja, ele não era um qualquer.Algumas das mais interessante e que dificilmente alguém pode dizer que não é verdade são:
- Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível. Eu que o diga.
- Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora. Esta semana eu fui tentar pintar o armário e saiu meio feinho. Fui consertar e ficou igual a minha cara. Fiquei com vergonha da mamãe. Rsrsrs
- Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série
- Toda vez que se menciona alguma coisa: se é bom, acaba; se é ruim, acontece. Isso eu constatei desde que percebi que existia.
- As peças que exigem maior manutenção ficarão no local mais inacessível do aparelho. Não precisa ser engenheiro pra constatar isso.
- Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora. Se você jogar fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo. Esta é uma das principais leis que regem a minha vida.
- Quando te ligam: a) se você tem caneta, não tem papel. b) se tem papel não tem caneta. c) se tem ambos ninguém liga. ¬ ¬
- Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para ficar na sua frente e provocar uma canelada. Coitado do objeto.
- Por mais bem feito que seja o seu trabalho, o patrão sempre achará onde criticá-lo. Isso me deixa louca, mas quem mandou nascer, né? Podia ter feito uso do cordão umbilical para mais coisas do que sugar a mamãe, se é que você me entende.
Só queria deixar claro que eu não sou pessimista. O melhor que temos que fazer é respirar fundo, pensar em um mantra, estar preparados para a cagada e ser práticos para tentar solucionar tudo (rezando para que não piore!). Ora bolas! A vida é assim!!!

Sobre a lei do menor esforço

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Uma das leis que rege a humanidade é a do menor esforço. Todo mundo sempre procura fazer o que é mais rápido, prático. Essa é uma lei que não precisa de fiscalização e todos cumprem com o maior prazer.
Incrível como ninguém passa mais de uma ou duas semanas me chamando pelo meu nome (Luciana). No fim da contas todos acabam me chamando de Lu. Mas não é questão de intimidade ou carinho.
Bem no início da colonização, as pessoas referiam-se umas às outras com a expressão “Vossa Senhoria”. Depois, no século XIX, o povo já se chamava de “Vossa mercê”. No final deste mesmo período virou “Vosmecê”. No início do século XX perceberam que o “você” era mais prático de se dizer no dia-a-dia. Hoje, no século XXI, o “você” virou “Cê”. Na internet então, é uma tristeza. "Vc" sabe d q eu to falando neh? (Desculpem a minha ignorância, eu não sei muito bem o internetês).
Então, se uma expressão tão importante como “Vossa senhoria” vira “ce” ou “vc”, porque cargas d’água “Luciana” não viraria “Lu”? Não é verdade? A evolução do “Luciana” para “Lu” foi mais rápida, já que no meio dos dois só passou o “Luci”. Mas hoje em dia só tem duas tias minhas que me chamam de Luci. Os outros...
Eu concordo e reconheço que Lu-ci-a-na é muito grande mesmo e não me importo nem um pouquinho de ser chamada de Lu (eu tenho a impressão de que tem gente que nem lembra qual é o meu nome mesmo, só lembra do Lu... rsrsrs), o que eu não faço é me apresentar para as pessoas como se meu nome de batismo fosse Lu. Tem gente que chega “Oi, eu sou a Bia”, “Prazer, eu sou a Rê” ou ainda, “Como vai? Meu nome é Zé”. Isso é que não! Lei do menor esforço é mara!!!

Ass Lu.

Enfim, criei um blog!!!

domingo, 19 de outubro de 2008



Enfim, criei um blog!!! Eu sempre sou uma das últimas a aderir às coisas: criei orkut quando todos já estavam de saco cheio de orkut, criei msn quando todo mundo já tinha, e agora, criei o blog... Esse meu blog deve ser o de número 1.256.584.568.098, mas quem se importa com isso? Pra que criar um blog? Eu me pergunto. Não tenho muitos motivos pra isso, mas tenho alguns, senão, não o criaria. E os motivos são mais ou menos estes... se é que alguém se importa. rsrs
Já que vou colocar minhas idéias(e a maioria delas é bem medíocre) num lugar onde qualquer pessoa possa ver, tenho que me forças a ter um mínimo de organização para poder me fazer entender. Para ser mais organizada, tenho que aprender a organizar mais as minhas idéias, tenho que ter mais foco e tentar sincronizar meus pensamentos com minha capacidade de tentar processá-los (eu, como a grande maioria das pessoas, penso muito mais rápido do que escrevo).
Resumindo: criei um blog para me “forçar” a organizar, analisar, interpretar (ou não :p) expressar minhas idéias (algumas delas) para todo mundo que se importe ou não com isso. Mas e dai? Né?!

 
E dai? Ora bolas... - by Templates para novo blogger